quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Encontros e Desencontros



Encontros e desencontros....
Eterno vai e vem......
Eterna busca do par perfeito......
Somos todos quebra cabeça ou peça de tabuleiro, 
Onde o Universo joga, as vezes misericordioso, 
As vezes impiedoso....
E assim seguimos todos nossos caminhos... 
Às cegas....tateando no escuro...
Com o coração na mão!

13/05/2016

Carmem de Vasconcellos

🌸❥🌸¸.•*´❤¨❤`*•.¸🌸❥🌸

Nau do Amor






Estou indo ali... 
Navegar em mares distantes...
Seguir as estrelas,
Sem me importar aonde o destino irá me levar...
Seguir sozinha nessa viagem insólita...
Livre de tormentas desvairadas...
Ir com o vento, onde o tempo não passa...
Adentrar em mundos paralelos com a Nau do Amor...
Sonhar com um encontro desprovido de interesses...
Olhar nos olhos do amado e me entregar sem pudor...
Esquecer toda dor...
Dor de tempos antigos...
Tempos vividos...
Sonhar com seus braços a me enlaçar..
Com seu sorriso lindo a me olhar...
Estou indo ali navegar...
Estou indo pra não mais voltar...

10/05/2016

Namaste

Carmem de Vasconcellos

✿*´¨)* ¸.•*¸.• ✿´¨).• ✿¨) 

Blog Day: "Se Eu Fosse Invisível Por Um Dia"












Amigos do Blogorama...quem se lembra desse post??? Eu adorei fazê-lo, e vocês???

Blog Day

"Se Eu Fosse Invisível Por Um Dia"

Esse tema me fez pensar muito. O José Carlos saiu na frente, colocou o que todos os brasileiros desejam: arrumar o congresso, varrer toda aquela sujeira e livrar o país dos maus políticos.
Mas eu me pergunto, será que realmente faríamos o certo? Será que a nossa conduta é permeada pelo que realmente é o correto, ou o que fazemos é limitado pelas leis e pelo medo de punições, ou ainda do que os outros falariam ou pensariam de nós. Foi quando me lembrei do mito de Platão, a história que contou sobre o camponês abnegado, que quando achou um anel que lhe deu o poder de invisibilidade, foi capaz de cometer atos dos mais terríveis que não cometeria se os outros estivessem vendo, ou pudessem descobrir o autor.
Pergunto-me, será que estou realmente preparada para um dia de invisibilidade? Se eu tivesse o tal Anel de Giges? Será que eu usaria de forma vil, egoísta. Posso colocar ações das mais belas, das mais desprovidas de egoísmo, a mais humanitária, a mais altruísta possível, porque sei que meus amigos e leitores estão lendo. Mas aqui dentro de mim, o que realmente eu faria? O que realmente você faria. A moral da história de Platão é que todo ser humano em tal situação se iguala ao mais perverso dos assassinos, ladrões e corruptos, pois está fora da lei. Nada vai detê-lo. Lembrei também do "Anel que a todos governará", do Senhor dos Anéis, e ai que medo me deu. Mas não precisamos necessariamente dar razão à Platão. Devemos nos analisar profundamente, e só cada um de nós pode dizer a si mesmo o que nos limita realmente.
Pra mim seria mais fácil se o tema fosse " Se eu pudesse voar por um dia". Mas como não é, então vamos ao tema.
Se eu fosse invisível por um dia, juro que ficaria é muito desesperada, embora já tenha desejado isso muitas vezes dizendo "Ahh se eu fosse uma mosquinha" .... Ahuahuahuaha! Acho que todos nós tivemos esse momento.
Mas pensando melhor, minha ansiedade no momento me levaria a fazer algo egoísta, no momento não pensaria em resolver os problemas do Brasil ou do resto do mundo. Faria algo por mim mesma... me salvando posso salvar o mundo depois...rsrsrsrs!Estou sendo verdadeira e sincera comigo mesma.
Esse algo egoísta, não é tão egoísta, porque envolve a mim, a minha filha e meus familiares. Eu iria atrás do juiz que está cuidando da minha separação e diria suavemente no ouvido dele, como se fosse uma vós do além , para ele agilizar a minha causa o mais breve possível pois já estou a ponto de explodir, e lógico que também diria para ser generoso com a minha indenização e com a minha pensão.
Desejo um bom dia invisível aos blogueiros de plantão!

Um abraço de luz no coração!

Namastê!

Carmem de Vasconcellos!!!

*Blogday, era um dia em que, um grupo de amigos blogueiros se reunia e escolhia um tema, e cada um fazia a sua postagem referente ao tema escolhido.
sdes desse tempo....

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Por Que O Artista Contemporâneo Ainda Pinta?



"Eu pinto por prazer.....

Eu pinto porque a pintura me revela..... 

E eu me vejo nas minhas telas......

Me reencontro......

Me redescubro.......

Me reinvento......."

Carmem de Vasconcellos

30/04/2016

Abraços de luz!


terça-feira, 10 de maio de 2016

História do Dia das Mães


História do Dia das Mães


As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.



À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a Sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais ativo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a Sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.
Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.
A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.
Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.
Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal



Feliz dia das Mães!

Carmem de Vasconcellos